O Baixo Poemetricício é meu mundo
particular, autocrático e auto suficiente, onde eu expresso o que quero e da
forma que quero. Neste espaço pretendo
compartilhar as COISAS que venho escrevendo ao longo dos anos. Não vou dizer
que há mais de 40 anos, porque pode parecer que estou velho.
Então, preparem-se caros leitores (se
houver) porque, parafraseando Dante Alighieri: “Deixai toda esperança, vós que
entrais”.
Esta é uma escrita medíocre, sobre um homem
medíocre como, aliás, não poderia deixar de ser.
Último aviso! Abandonem imediatamente a leitura!
Para aqueles corajosos que pretendam
continuar, gostaria de dizer-lhes primeiro que a grande virtude deste espaço é
falar sobre nós, a grande maioria da humanidade, os medíocres. Nós, aqueles que
não fazemos falta ou diferença alguma no movimento do universo, embora façamos
um grande esforço para provar o contrário, principalmente para nós mesmos.
Em segundo lugar, gostaria de avisá-los que
esta não é uma narrativa linear, não há nenhuma referência cronológica ou
geográfica e tão pouco é uma narrativa.
Como convém a um poeta medíocre, não me
preocupei com estruturas ou ordem lógica, talvez devido à minha incapacidade de
concatenar uma escrita estruturada.
Desejaria convidá-los mais uma vez ao
abandono da leitura.
Como os caros leitores poderão muito bem
notar, nossa jornada - ou poderia dizer calvário – é despido do bem e do mal,
de charme e de glamour.
A você que persistiu até aqui, agradeço-lhe
a companhia, embora isto não tenha feito diferença alguma.
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